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Informações e palpites do Carioca e Paulista
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CAMPEONATO PAULISTA
CORINTHIANS x PALMEIRAS
Sábado, Itaquera, 17h
CORINTHIANS – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Cássio, Fágner, Balbuena, Henrique e Maycon; Gabriel e Renê Júnior; Jádson, Rodriguinho e Clayson; Romero. Técnico: Fábio Carille
Últimos cinco jogos – eddvv
PALMEIRAS – Problemas – Nenhum – Time provável (4-1-4-1) – Jaílson, Marcos Rocha, Antônio Carlos, Thiago Martins e Michel Bastos; Felipe Melo; Willian, Tchê Tchê, Lucas Lima e Dudu; Borja. Técnico: Roger Machado
Últimos cinco jogos – eevvv
CURIOSIDADE – Ano passado, houve três Dérbis, com três vitórias do Corinthians. Ano retrasado, três Dérbis, com três vitórias do Palmeiras.
PALPITE – Palmeiras
ARBITRAGEM – Raphael Claus (SP); Danilo Ricardo Manis, Anderson José Moraes Coelho

SÃO PAULO x FERROVIÁRIA
Domingo, Morumbi, 17h
SÃO PAULO – Problemas – Reinaldo (terceiro cartão), Jucilei (machucado) – Time provável (4-1-4-1) – Sidão, Militão, Bruno Alves, Rodrigo Caio e Edimar; Hudson; Marcos Guilherme, Petros, Nenê e Cueva; Diego Souza. Técnico: Dorival Júnior
Últimos cinco jogos – ddvvv
CURIOSIDADE – Nos anos 1980, Dorival Júnior foi volante da Ferroviária e ajudou a classificar o time para o Campeonato Brasileiro de 1983.
PALPITE – São Paulo
ARBITRAGEM – Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP); Rogério Pablos Zanardo, Vítor Carmona Metestaine

SANTOS x SANTO ANDRÉ
Domingo, Vila Belmiro, 19h30
SANTOS – Problemas – Copete (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) – Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Alisson e Renato; Sasha, Vecchio e Arthur Gomes; Gabriel. Técnico: Jair Ventura
Últimos cinco jogos – v
CURIOSIDADE – Há oito anos, Santos e Santo André fizeram a final do Campeonato Paulista. No ano seguinte, o Santo André empatou com o Santos por 1 x 1, foi rebaixado e só agora volta a enfrentar o Santos.
PALPITE – Santos
ARBITRAGEM – Flávio Rodrigues de Souza (SP); Miguel Cataneo Ribeiro da Costa, Gustavo Rodrigues de Oliveira

CAMPEONATO CARIOCA
FLAMENGO x FLUMINENSE

Sábado, Arena Pantanal, 17h
FLAMENGO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-1-4-1) – Diego Alves, Para, Leo Duarte, Thuler e Trauco; Cuellar; Marlos Moreno, Jean Lucas, William Arao e Vinicius Júnior; Felipe Vizeu. Técnico: Paulo César Carpegiani
Últimos cinco jogos – vvvve
FLUMINENSE – Problemas – Nenhum – Time provável (3-4-3) – Júlio César, Gum, Renato Chaves e Ibañez; Gilberto, Richard, Jádson e Marlon; Sornoza, Pedro e Marcos Júnior. Técnico: Abel Braga
Últimos cinco jogos – vvvvv
CURIOSIDADE – Pela primeira vez, um Fla-Flu será disputado no Mato Grosso.
PALPITE – Fluminense

BOTAFOGO x CABOFRIENSE

Domingo, Nílton Santos, 17h
BOTAFOGO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Gatito Fernández, Marcinho, Marcelo, Igor Rabello e Moisés; Lindoso e João Paulo; Ezequiel, Léo Valencia e Rodrigo Pimpão; Kieza. Técnico: Alberto Valentim
Últimos cinco jogos – vddev
CURIOSIDADE – O último encontro foi em 2016, com vitória do Botafogo por 2 x 1.
PALPITE – Botafogo

PORTUGUESA x VASCO
Domingo, Giulite Coutinho, 19h30
VASCO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Martin Silva, Yago Pikachu, Paulão, Ricardo e Henrique; Desábato e Wellington; Wágner, Evander e Paulinho; Andrés Rios. Técnico: Zé Ricardo
Últimos cinco jogos – dvvvv
CURIOSIDADE – Ano passado, o Vasco venceu a Portuguesa por 1 x 0, gol de Thalles.
PALPITE – Vasco


Dorival Júnior fica e deve ter Paulista como limite
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A diretoria do São Paulo já definiu que não demitirá Dorival Júnior neste momento da temporada. A direção segue com o argumento de que não pode demitir com a emoção, no que tem total razão. Mas observa os números muito piores do que de outros grandes clubes brasileiros neste momento da temporada e para a pressão da arquibancada. A expectativa é que o São Paulo faça bons jogos contra a Ferroviária, no domingo, e contra o CRB, quarta-feira que vem. Mau desempenho nas duas partidas pode precipitar a mudança de opinião.

Parece óbvio.

Mas a decisão é a de não demitir neste momento.

A direção admite uma parcela de responsabilidade pela montagem do elenco. Dorival Júnior queria Diego Souza, pediu Valdivia, perdeu Hernanes, recebeu Anderson Martins, mas sempre solicitou jogadores de velocidade. Ganhou apenas Valdivia com esta característica. Ao mesmo tempo, está claro que não é este problema o que impõe dificuldade ao São Paulo.

Em parte, Dorival Júnior não consegue fazer a equipe jogar como fez no Santos, por exemplo. Um time insinuante, forte no ataque, seguro na defesa. Contra o Ituano, errou 12% dos passes. É muita coisa, para quem tem a posse de bola como premissa. Também há pouca capacidade de infiltração. Foram cinco finalizações no alvo, quinze no total durante a partida, quatro a mais do que o Ituano.

O São Paulo foi campeão pela última vez em 2012, na Copa Sul-Americana, vice-campeão pela última vez em 2014, no Brasileirão, e não disputa nenhuma final há cinco temporadas. Disputar a final do Paulista será essencial para Dorival Júnior chegar sem pressão ao Brasileiro. Mas jogar bem será fundamental para alcançar a final do estadual.

Tags : São Paulo


Reunião de diretoria vai definir futuro de Dorival Júnior
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O discurso da direção do São Paulo segue sendo o de que não pensa em mudar o comando técnico do São Paulo e de que é preciso calma, nada de decisões motivadas pela emoção.

Mas os argumentos esbarram sempre no desempenho fraco do São Paulo no início de temporada. Dos 30 pontos disputados neste ano, somando ao Campeonato Paulista os jogos da Copa do Brasil, o time conquistou apenas dezesseis. Considerando apenas as partidas do Paulista, são 24 pontos disputados e 10 ganhos.

A tendência é a manutenção do trabalho de Dorival Júnior, mas não é possível descartar a troca do comando.

Depois da partida contra o Ituano, um grupo de torcedores uniformizados recebeu os jogadores no Centro de Treinamento da Barra Funda com gritos pedindo a saída de Dorival Júnior e a contratação de Vanderlei Luxemburgo.

Desde julho de 2013, o São Paulo teve nove técnicos. Só Muricy Ramalho, Ney Franco, Juan Carlos Osorio e Dorival Júnior tiveram desempenho superior a 50% dos pontos conquistados.

Ney Franco (de 05/07/12 a 05/07/13)
79J, 40V, 17E e 22D (aproveitamento de 57,80%)

Paulo Autuori (de 11/07/13 a 09/09/13)
17J, 3V, 4E e 10D (aproveitamento de 25,49%)

Muricy Ramalho (de 09/09/13 a 06/04/15)
109J, 58V, 22E e 29D (aproveitamento de 59,93%)

Juan Carlos Osorio (de 01/06/15 a 07/10/15)
26J, 11V, 7E e 8D (aproveitamento de 51,28%)

Doriva (de 07/10/15 a 09/11/15)
7J, 2V, 1E e 4D (aproveitamento de 33,3%)

Edgardo Bauza (de 17/12/15 a 04/08/16)
48J, 17V, 13E e 18D (aproveitamento de 44,44%)

Ricardo Gomes (de 13/08/16 a 23/11/16)
18J, 6V, 5E e 7D (aproveitamento de 42,59%)

Rogério Ceni (de 24/11/16 a 03/17/17)
37J, 14V, 13E e 10D (aproveitamento de 49,50%)

Dorival Júnior (desde 13/07/17)
36J, 15V 10E, 10D (aproveitamento de 50,9%)

Tags : São Paulo


Vasco está na fase de grupos graças a Martin Silva
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A atuação do Vasco em Sucre, contra o Jorge Wilstermann, desmentiu toda a ideia de que o time vinha encorpando.

É possível pensar que foi por falta de experiência e porque a altitude atrapalhou. Qualquer justificativa, porém, vai esbarrar na atuação repleta de erros vascaínos.

O Vasco bateu de frente também com a grande atuação do atacante Serginho, do Jorge Wilstermann, autor dos quatro passes para gols na vitória boliviana por 4 x 0.

Não é a primeira vez na história das competições sul-americanas que uma virada deste tamanho ocorre. Na final da Copa Conmebol de 1995, o Atlético Mineiro fez 4 x 0 no Rosario Central, levou 4 x 0 no jogo de volta e perdeu nos pênaltis.

O Vasco não repetiu o vexame apenas por um motivo: Martin Silva.

Herói do jogo, depois do pênalti perdido por Rildo.

Por causa do goleiro uruguaio, o Vasco vai disputar a fase de grupos da Libertadores.

Tags : vasco


Abel põe o dedo na ferida
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O Fluminense goleou o Bangu por 4 x 0, jogando bem o primeiro tempo e com a expulsão de Michel ajudando no segundo tempo. A segunda goleada consecutiva dá esperança de que o time tenha mesmo evoluído, após dez dias de treino, ainda que seja necessário esperar o Fla-Flu para ter noção mais exata do nível da equipe.

À parte as boas atuações de Marcos Júnior, de Sornoza e do atacante Pedro, o que roubou a cena foi a entrevista de Abel Braga, logo depois da partida.

''O Fla-Flu é do Rio. Vejo com muita tristeza o Fla-Flu fora do Rio. É ridículo!''

Digamos que não seria tão ridículo se houvesse o Maracanã e fosse apenas opção fazer uma partida fora do Rio para o público do Mato Grosso. Não é. Daí Abel ter sido mais forte. ''É ridículo. Não temos o Maracanã que virou palco de samba.''

Abel também voltou a reclamar da tabela do primeiro turno da Taça Guanabara, que antecipou de quinta-feira para quarta-feira a estreia do Fluminense contra o Macaé, no retorno da viagem à Florida Cup. E concluiu a antecipação mudando o horário de 20h30 para 16h30, no horário de verão. ''Fomos eliminados na Taça Guanabara, por causa do primeiro jogo. Tem coisa que a gente não engole.''

Tags : fluminense


Atlético contesta advogado do Cruzeiro na Câmara de resolução da CBF
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A CBF criou há dois anos a Câmara Nacional de Resolução de Disputas, como fórmula de evitar que contratos discutidos por clubes fossem parar na Justiça Comum. A ideia era a de aumentar o diálogo, com gente do futebol, que compreendesse questões exclusivas do futebol. Tem dado certo, a ponto de o Atlético ter indicado a Câmara Nacional como fórum de discussão na rescisão do contrato de Fred, dois meses atrás.

Acontece que o Atlético agora incomoda-se com o que considera um risco de contaminação política da Câmara. O Cruzeiro terá como advogado na questão de Fred o especialista Marcos Motta, que também defende Neymar, participa da defesa de Guerrero no caso de doping e representa a CBF em casos no exterior.

Na opinião de dirigentes do Atlético, a presença de Marcos Motta impõe o risco de contaminação política da Câmara de Resolução de Disputas. Marcos Motta relaciona-se com a CBF em diversas esferas. É improvável que a presença do advogado seja revista pelo Cruzeiro, mesmo com protesto atleticano, mas o grito pode significar que o Atlético leve o caso de Fred para a Justiça Comum, se não ficar satisfeito com o desenrolar do processo.

Fred rescindiu contrato dom o Atlético em dezembro e dois dias depois assinou contrato de três anos com o Cruzeiro, mesmo tendo assinado um documento de rescisão que o impedia de jogar no maior rival atleticano, exceto com pagamento de multa de R$ 10 milhões. Em dezembro, antes de entrar no caso para defender o Cruzeiro, Marcos Motta afirmou ver nulidade na cláusula de R$ 10 milhões.


Demissão de diretor mostra Santos perdido com novo presidente
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Desde a primeira semana após sua eleição, José Carlos Peres parece não acreditar que ganharia a eleição para a presidência do Santos.

No dia seguinte ao pleito, afirmou que antes de contratar o técnico, anunciaria o diretor. Já tinha dois nomes engatilhados, de acordo com sua própria declaração.

Não tinha nenhum.

Convidou Rui Costa, da Chapecoense, e recebeu negativa, entre outras razões, porque não inspirava confiança em seu projeto. Também porque a oferta salarial era inferior ao que a Chape paga ao dirigente.

O Santos paga menos.

Na seqüência, recebeu Não de Diego Cerri, do Bahia.

Gustavo Oliveira foi contratado e trabalhou bem nos 45 dias à frente da direção do Santos. Foi de Gustavo Oliveira a descoberta do meia Zelarayan. O negócio travou por uma razão objetiva: não há dinheiro. O River Plate ofereceu o dobro do Santos queria pagar e foi necessário tempo para tentar convencer o jogador de que seria melhor vir ao Brasil. Trellez recebeu oferta santista de R$ 2,4 milhões. O São Paulo pagou três vezes mais.

Nos 45 dias em que conduziu o departamento de futebol do Santos, Gustavo Oliveira contratou o técnico Jair Ventura, o meia Sasha e o atacante Gabriel. O melhor resultado até agora, a vitória no clássico contra o São Paulo, teve a estratégia definida por Jair Ventura, o passe de Sasha e o gol de Gabriel.

O lateral-esquerdo Dodô faz exames médicos e o presidente não aprova sacramentar o negócio.

E o presidente anuncia a demissão do diretor de futebol sem dar a ele nem sequer um telefonema.

Demitir o executivo do futebol escolhido há apenas 45 dias é erro do presidente. Ou porque não deveria demitir. Ou porque errou ao contratar. Nas duas hipóteses, o presidente é culpado.
Nas próximas semanas, a cobrança por velocidade no departamento de futebol deve ser feita a José Carlos Peres.

Tags : santos


Queda do Corinthians começou quando ainda tinha Jô, Pablo e Arana
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O Corinthians perdeu três jogos e empatou um dos oito disputados em 2018. O aproveitamento atual é de 54%, bem diferente dos 82% do primeiro turno do Brasileirão 2017. A queda de rendimento chama a atenção agora, mas é continuação do que aconteceu a partir do segundo turno do campeonato nacional vencido pelo Corinthians há três meses.

Primeiro clube a terminar invicto o primeiro turno de um Campeonato Brasileiro por pontos corridos, o Corinthians perdeu seu terceiro jogo na partida número 51 do ano passado.

As primeiras 50 partidas levaram ao título estadual, à eliminação invicta da Copa do Brasil, à classificação para a terceira fase da Copa Sul-Americana. Também houve três amistosos, com o total de 31 vitórias, 17 empates e 2 derrotas.

A partir a primeira rodada do segundo turno, o Corinthians realizou mais 21 partidas em 2017 e oito em 2018. A soma destas partidas revela um incrível contraste. São 29 partidas, com 11 vitórias, 7 empates e 11 derrotas.

Dos 82% de aproveitamento no primeiro turno do Brasileirão (73% no primeiro semestre), o time caiu para 45%.
É simplista dizer que o Corinthians caiu de rendimento porque perdeu Jô, Pablo e Arana. No segundo turno do Brasileirão, eles ainda estavam no Parque São Jorge e o Corinthians somou 7 vitórias, 4 empates e 8 derrotas. Não é só isso. Alguma coisa mais se perdeu.


Condenação não muda estratégia do Corinthians na renegociação da Arena
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A condenação em primeira instância na 3a vara de Porto Alegre, que obrigaria Corinthians e Odebrecht a devolverem os R$ 400 milhões ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) não mudará nenhuma vírgula na estratégia corintiana de renegociar a dívida com a Caixa Econômica Federal. O vice-presidente de marketing, Luis Paulo Rosenberg, entende que a decisão tem enorme chance de ser revogada em Brasília. Também considera que há enorme boa vontade da Caixa Econômica Federal em rediscutir os termos do acordo.

O Corinthians tem reiterado que pagará os R$ 400 milhões do empréstimo contraído no BNDES. Que também cumprirá tudo o que for cobrado como colateral e calcula que será em torno de R$ 450 milhões a dívida com o BNDES, via Caixa Econômica.

A disposição, no entanto, é de questionar a parcela da dívida com a Odebrecht, que cobrou juros enquanto não o BNDES não disponibilizava o dinheiro para a conta do Corinthians. O Corinthians também renegociar com a Odebrecht, mas em termos diferentes do que se discute coma Caixa.

Porque uma coisa é pagar a dívida contraída com o dinheiro do banco de desenvolvimento. Outra é aceitar os juros cobrados pela empreiteira envolvida na operação Lava Jato.

Tags : Corinthians


São Paulo segue sina e não vence clássico
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Torcer para o São Paulo era uma grande moleza. O âncora da rádio Jovem Pan, Milton Neves, repetia o bordão todos os dias, praticamente, nos anos 1990. Hoje em dia, ficou diferente. Nos últimos 56 jogos contra Corinthians, Palmeiras e Santos, o São Paulo venceu apenas doze. Que dureza!

A derrota para o Santos mantém esta tendência e também a de que o São Paulo tem mais tempo com a bola no pé e não ganha. Foram 56% do tempo com a bola sob seu controle e nada de vitória.

Não que tenha jogado mal. O problema é comprometer a percepção de que o time está melhorando — e está — pela seqïuência de resultados negativos. A dificuldade é o São Paulo transformar sua maneira de jogar nos últimos cinco anos, com mais posse de bola do que os adversários, em vitórias contundentes. Não está acontecendo.

Jogar com a bola no pé exige treinamento de jogadas ofensivas. Não basta achar que individualmente os jogadores resolvem, porque o espaço na parte da frente do campo está cada vez menor. Ou se ensaia por onde a bola vai passar, ou ela para na defesa rival.

De 2013 para cá, o São Paulo leva desvantagem em todos os confrontos em clássicos.
Contra o Santos, 11 derrotas, cinco vitórias e 3 empates

Contra o Palmeiras, são 7 derrotas, 7 empates e 4 vitórias.
Com o Corinthians, 11 derrotas, 3 vitórias e 10 empates.

Tags : São Paulo