Brasil 7x1!
A jogada mais perfeita da seleção na goleada contra o Haiti aconteceu aos 32 minutos do segundo tempo. Lucas Lima lançou Gabriel pela esquerda, como se fosse um contra-ataque do Santos. Gabigol tentou tocar por cobertura. Não precisava. Mas correu para o rebote do goleiro Placide como se fosse o gol do título. Conseguiu entregar a Willian, mas Placide defendeu de novo.
Não foi gol, mas o lance deu um sinal de que é possível ter um time que jogue como o Brasil. Nesse momento, a seleção tinha Walace como primeiro volante, Gabriel como centroavante, e uma linha de quatro homens com Willian, Renato Augusto, Lucas Lima e Coutinho.
Só qualidade.
Não é provável que Dunga tire Elias para começar a partida contra a seleção peruana com apenas um volante e quatro meias. Mas podia. Foi o momento de melhor troca de passes e de futebol mais insinuante da seleção.
Antes, o Brasil jogou como precisava. Se era para golear, goleou. Obrigação, mas faz tanto tempo que o Brasil não cumpre sua parte que pelo menos esse ânimo foi possível ter. A seleção joga pelo empate para ir às oitavas-de-final.
Antes de ter os quatro meias e no período em que construiu a vitória, Phillippe Coutinho consolidou-se como o melhor da partida. O Brasil não fazia sete gols desde os 8 x 0 sobre a China, em 2012.
8/junho/2016
BRASIL 7 x 1 HAITI
Local: Citrus Bowl (Orlando); Juiz: Mark Geiger (Estados Unidos); Joseph Fletcher, Charles Morgante; Público: 28.241; Gols: Phillippe Coutinho 13, Coutinho 27, Renato Augusto 35 do 1º; Gabriel 13, Lucas Lima 22, Marcelin 24, Renato Augusto 40, Phillippe Coutinho 47 do 2º; Cartão amarelo: Goreux (24'), Casemiro (37')
BRASIL: 1. Alisson (5), 2. Daniel Alves (6,5), 13. Marquinhos (6), 4. Gil (5,5) e 6. Filipe Luís (6); 5. Casemiro (6) (10. Lucas Lima 15 do 2º (6,5)); 19. Willian (6,5), 8. Elias (6) (17. Walace 25 do 2º (6,5)), 18. Renato Augusto (7) e 22. Phillipe Coutinho (7,5); 9. Jonas (5,5) (11. Gabriel, intervalo (7)). Técnico: Dunga
HAITI: 1. Placide (6,5), 2. Alcenat (5) (21. Maurice 37 do 2º (sem nota)), 5. Genevois (5), 3. Mechack (4,5) e 4. Jaggy (4); 8. Goreux (4,5); 16. Alexandre (4) (19. Hilaire 16 do 2º (5)), 13. Lafrance (4), 14. Marcelin (5,5) e 10. Louis (5); 9. Belfort (4) (20. Nazon 4 do 2º (4,5)) Técnico: Patrice Neveu
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