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Argentina usou quarenta jogadores e três técnicos nas eliminatórias

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O fiasco da Argentina nas eliminatórias, com obrigação de vencer em Quito e torcer contra Chile e Peru, é certamente causado pelo excesso de mudanças de técnicos, filosofias e jogadores. Não bastou trocar de treinador duas vezes. Com a bagunça da AFA, os dirigentes confusos mudaram o ofensivo Gerardo Martino pelo defensivo Edgardo Bauza e depois pelo moderno Jorge Sampaoli. Ainda que modernidade não seja sinônimo de bom resultado. Marcelo Bielsa briga contra o rebaixamento pelo Lille, na França.

O abuso foi grande e o risco, enorme. Jorge Sampaoli formou três times diferentes, com dois sistemas táticos distintos. Colecionou até agora três empates nas eliminatórias, contra Uruguai, Venezuela e Peru.

Nas eliminatórias, a Argentina usou quarenta jogadores diferentes e três treinadores. Otamendi jogou 14 vezes. Messi, nove. Abaixo, a lista dos escalados:

Goleiro

Romero – 17 jogos

Zagueiros e Laterais

Roncaglia – 4 jogos

Otamendi – 14 jogos

Garay – 1 jogo

Más – 6 jogos

Mercado – 8 jogos

Zabaleta – 5 jogos

Funes Mori – 10 jogos

Rojo – 9 jogos

Peruzzi – 1 jogo

Demichelis – 2 jogos

Musacchio – 3 jogos

Caruzzo – 1 jogo

Fazio – 2 jogos

Pinola – 1 jogo

Meio-de-campo

Biglia – 12 jogos

Mascherano – 14 jogos

Pastore – 3 jogos

Marcos Acuña – 4 jogos

Banega – 12 jogos

Kranevitter – 3 jogos

Lamela – 3 jogos

Gaitán – 4 jogos

Dybala – 8 jogos

Enzo Pérez – 4 jogos

Augusto Fernández – 2 jogos

Guido Pizarro – 3 jogos

Atacantes

Lavezzi – 5 jogos

Di Maria – 16 jogos

Aguero – 8 jogos

Tevez – 2 jogos

Correa – 7 jogos

Alejandro Gomez – 1 jogo

Messi – 9 jogos

Benedetto – 1 jogo

Higuain – 9 jogos

Lautaro Acosta – 2 jogos

Icardi – 2 jogos

Alario – 2 jogos

Pratto – 5 jogos