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Uma versão sobre a rejeição a Rogério Caboclo

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O texto escrito por este colunista na Folha de S. Paulo, edição de domingo, 7 de janeiro, causou respostas de gente da CBF a favor do diretor-executivo, Rogério Caboclo.

O diretor-executivo é uma hipótese de sucessão a Marco Polo Del Nero, mas em geral os clubes e federações referem-se a seu nome como um improvável presidente, por causa de sua rejeição. A defesa de Cabloco, dentro da CBF, é a de que sua rejeição tem a ver com a dureza com que lida com as contas e o cuidado para não liberar verbas para dirigentes. A rejeição seria à seriedade.

Estes dirigentes, por isso, rejeitariam a ideia de Caboclo como sucessor.

A coluna de domingo tinha a ideia de fazer um relato real da sucessão da CBF, com a hipótese possível de Marco Polo Del Nero ser absolvido e concorrer, com a hipótese de ser afastado e tentar um sucessor de sua própria diretoria, com a ideia hoje descartada de uma candidatura dos clubes e com a hipótese de uma candidatura da Federação Paulista, com Reinaldo Carneiro Bastos. O retrato da coluna é real.

Mas parece justo publicar a versão de gente da CBF sobre as razões de Caboclo ter rejeição.