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Condenação não muda estratégia do Corinthians na renegociação da Arena
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A condenação em primeira instância na 3a vara de Porto Alegre, que obrigaria Corinthians e Odebrecht a devolverem os R$ 400 milhões ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) não mudará nenhuma vírgula na estratégia corintiana de renegociar a dívida com a Caixa Econômica Federal. O vice-presidente de marketing, Luis Paulo Rosenberg, entende que a decisão tem enorme chance de ser revogada em Brasília. Também considera que há enorme boa vontade da Caixa Econômica Federal em rediscutir os termos do acordo.

O Corinthians tem reiterado que pagará os R$ 400 milhões do empréstimo contraído no BNDES. Que também cumprirá tudo o que for cobrado como colateral e calcula que será em torno de R$ 450 milhões a dívida com o BNDES, via Caixa Econômica.

A disposição, no entanto, é de questionar a parcela da dívida com a Odebrecht, que cobrou juros enquanto não o BNDES não disponibilizava o dinheiro para a conta do Corinthians. O Corinthians também renegociar com a Odebrecht, mas em termos diferentes do que se discute coma Caixa.

Porque uma coisa é pagar a dívida contraída com o dinheiro do banco de desenvolvimento. Outra é aceitar os juros cobrados pela empreiteira envolvida na operação Lava Jato.

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Atlético sofre com crise dos técnicos, mas pode ter paciência com Larghi
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Thiago Larghi tem 37 anos e mais de vinte anos de experiência com futebol. É formado em Educação Física, fez o curso da Uefa e da CBF, participou da comissão técnica do Corinthians, com Oswaldo de Oliveira, começou no Botafogo, como analista de desempenho, função que também exerceu na campanha do título da seleção brasileira na Copa das Confederações, em 2013. Depois de três clubes como assistente de Oswaldo de Oliveira, passou a fazer parte da comissão técnica permanente do Atlético e a chance de assumir interinamente a equipe principal caiu em seu colo.

Não que o Atlético pense agora em efetivá-lo. O Botafogo não pensava assim com Jair Ventura, o Flamengo deixava Zé Ricardo enquanto os resultados permitissem, o Corinthians não pensava em Fábio Carille como treinador, antes da recusa de Reinaldo Rueda, em janeiro de 2017, e depois da passagem sem sucesso de Oswaldo de Oliveira, em 2016.

O Atlético queria Cuca. Este blog deixou claro que Cuca não aceitaria o projeto, ainda na sexta-feira da semana passada.

Em seguida, o Galo consultou Abel Braga e também ficou sabendo que o treinador campeão mundial pelo Internacional não pensava em trocar o Fluminense por Belo Horizonte.

Houve a consulta a Fábio Carille, que tratou como uma simples sondagem. Há informações de que foram empresários os que primeiro ofereceram o nome de Carille ao Atlético.

Qual outro grande treinador pode resolver o problema do Atlético?
Não significa que Thiago Larghi deva ser o técnico efetivo. Mas a providência mais necessária, quando se olha para o mercado de treinadores e não se encontra o nome ideal, é ter paciência.

Na última quarta-feira, este colunista acordou com o comentário em seu WhattsApp de um importante dirigente do futebol do Rio de Janeiro afirmando ter lido a nota deste em que se analisava a chegada de Alberto Valentim ao Botafogo. Ao ler o trecho em que se falava que Alberto joga com zona pura, sem encaixar, e foi indicado por Cuca, o preferido da direção alvinegra, o dirigente observou: “Veja como o clube não tem ideia do que deseja para o seu futebol. Acho Alberto uma ótima escolha, mas Cuca indicou o homem, não o profissional que comunga com suas ideias de jogo. Cuca marca individual.”

De fato. O primeiro ponto para contratar um treinador deveria ser entender como se quer jogar. A escolha do técnico tem de ser parte disso. Não é o técnico quem determina o estilo do Atlético. É o Atlético quem deve jogar de acordo com sua história e escolher o técnico que se enquadre neste perfil.
Verdade que, se há poucos treinadores disponíveis no mercado, menos ainda há os que se encaixam em uma filosofia.

Mas deu certo nos últimos anos a descoberta de que o técnico da casa também pode fazer milagre. Como Fábio Carille.
Larghi não é o técnico dos sonhos e provavelmente só será o treinador até o Atlético ter uma ideia brilhante. Mas o estadual permite a paciência para ver até onde seu trabalho pode levar.


Corinthians agora sofre gol em todos os jogos
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Dos sete jogos do Corinthians em 2018, a defesa foi vazada em cinco. Dos seis gols sofridos, três vezes em jogadas de cruzamentos, duas em chutes de fora da área, um de contra-ataque. Três do lado esquerdo da defesa, duas vezes pela direita e uma num chute do meio de Tinga, do Santo André.

A única explicação para a transformação do sistema defensivo mais sólido do Brasil para a dificuldade atual é a mudança do esquema tático. ter um volante só atrás de quatro meias. O Corinthians corrigiu o defeito mais apontado por Fábio Carille e já tem mais posse de bola do que os rivais. Curiosamente, nas duas partidas em que controlou as ações com troca de passes, perdeu para Santo André e São Bento.

No retorno a Itaquera, na noite de quarta-feira, o Corinthians teve 68% de posse de bola. Criou 19 finalizações, apenas quatro no alvo. Então, o problema novo é ter muita criação e pouco índice de acerto.

Sem sete partidas, já são três derrotas. No ano passado, a terceira derrota chegou apenas na partida oficial de número 41. Contra o São Bento, o Corinthians não perdia havia sete encontros, desde o primeiro turno do Paulista de 1987, torneio em que o Corinthians fechou a primeira metade da campanha na zona de rebaixamento.

É preciso paciência para fazer a posse de bola e o nível de finalizações transformar-se em vitórias. Mas também é ncessário cuidado para entender se o melhor caminho é investir na formação atual ou voltar ao sistema tático mais conservador, com um meia mais próximo a Gabriel.

Corinthians 1987: desde aquela época, não perdia para o São Bento

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Rosenberg prevê quebra pau para refinanciar dívida com Odebrecht
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O Corinthians será cuidadoso na renegociação com a Caixa Econômica Federal, para pagar os R$ 400 milhões do empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Mas pretende ser duro na negociação com a Odebrecht, que cobra juros por ter colocado dinheiro de seu cofre, para adiantar a obra do estádio de Itaquera, enquanto o dinheiro do BNDES não era liberado.

A previsão é de Luis Paulo Rosenberg, que retomou seu posto de diretor de marketing do Corinthians e comandará a negociação da dívida da arena. “Vamos pagar tudo o que devemos dos R$ 450 milhões do BNDES. O restante vai ser um quebra pau bom”, diz Rosenberg.

Sua leitura é a de que o valor de R$ 1,17 bilhão, admitido pelo presidente Andrés Sanchez em entrevista coletiva na terça-feira (6), só é alcançado por causa dos juros cobrados pela Odebrecht. “Nós não tínhamos urgência do estádio e não precisávamos que a construtora colocasse dinheiro dela, enquanto não saía o empréstimo. Isto só aconteceu por causa da Copa do Mundo. Nós iríamos construir nosso estádio do mesmo jeito. Não importava que o inaugurássemos em 2016”, argumenta Rosenberg.

Há um ano, quando cogitou-se que Roberto de Andrade convidasse Luis Paulo Rosenberg a retornar ao cargo que ocupou entre 2007 e 2013, já havia a informação de que o Corinthians deveria discutir com a construtora o valor dos juros. Não só com o argumento de que a Copa do Mundo encareceu o projeto, por causa da urgência. Também pela questão política que envolve a Odebrecht desde o início da operação Lava Jato.

Tudo indica que haverá uma negociação longa e acirrada entre Corinthians e Odebrecht. Dadas as condições políticas da construtora, parece claro que o Corinthians tem o direito de ir nesse caminho. Também pelo fato de a Odebrecht não ter concluído o acabamento do estádio até hoje. Mas é improvável que o clube consiga se livrar de pagar 100% dos juros.

Com a Caixa Econômica Federal, repassadora dos R$ 400 milhões do BNDES, a negociação será mais branda. O Corinthians deixa claro que pagará os R$ 400 milhões e pelo menos mais R$ 50 milhões por precisar fazer um novo acordo de financiamento. Por esta razão, Rosenberg fala em R$ 450 milhões. De um ano para cá, o Corinthians acertou novas condições com a Caixa, mas não assinou o novo documento no final da gestão Roberto de Andrade, o que aumenta a desconfiança do banco federal.

“Perdemos um ano”, diz Rosenberg, sobre a possibilidade levantada em 2017 de que ele conduzisse a renegociação ainda na gestão Roberto de Andrade. “Se tivesse começado antes, eu já teria encaminhado a solução.”

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Um livro que ensina sobre eleição no Corinthians
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Raul Corrêa da Silva foi diretor-financeiro da gestão Mario Gobbi e hoje participa da eleição do Corinthians na chapa 8283. Apoia o candidato Felipe Ezabella, dono do programa mais moderno do pleito deste sábado, no Parque Sáo Jorge.

Raul Corrêa da Silva também é autor do livro “Corinthians que vi e vivi – 1967-1979”, em que relata sua participacão na vida política do clube no final dos anos 1960, quando se lutava contra a ditadura de Wadih Helou, até o segundo título paulista, depois do jejum.

Saiu da vida política e só voltou em 2006, no movimento que tentou eleger Waldemar Pires e mais tarde conduziu Andrés Sanchez ao poder, combatendo o final da gestão Alberto Dualib.

Um dos capítulos do livro de Raul Corrêa relata histórias de surpresas na política do clube, absolutamente peculiares. Por exemplo, o pleito de 1975, quando havia seis candidatos e Raul apoiava José Yunes, o mesmo que foi assessor especial de Michel Temer, quarenta anos mais tarde acusado de ter cedido seu escritório no Jardim Europa para o PMDB receber doações da Odebrecht.

“Cheguei ao clube às 7h00, convicto da vitória. O clima na mídia nos era favorável. Nas ruas, as pessoas nos reconheciam como os apoiadores do Grupo Novo. Ficamos entusiasmados. Eu estava certo de que venceríamos de forma arrasadora.”

O grupo de Yunes ficou em quarto lugar, com apenas 521 votos. Vicente Matheus foi eleito.

“Nessa eleição, descobri uma verdade básica sobre meu clube. Eleição no Corinthians ganha-se no Parque São Jorge. Não é na mídia nem nas ruas.”

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Corinthians não jogava para menos de 10 mil em SP havia seis anos
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O Corinthians não disputava uma partida na cidade de São Paulo para público menor do que 10 mil torcedores desde outubro de 2012, quando enfrentou a Portuguesa no Canindé, pelo Brasileirão, diante de 7.397 pagantes. O mando do jogo era da Portuguesa, assim como foi no Pacaembu no último domingo (21), com mando do São Caetano, diante de 7.348 pagantes.

A pequena presença de torcedores desperta curiosidade neste blogueiro. A impressão inicial é de que o torcedor do Corinthians tirou uma espécie de folga, por não precisar pontuar seu cartão de sócio torcedor. Isto pode se desmentir se houver repetição do público pequeno contra a Ferroviária, quarta-feira. Contra a Ponte Preta, havia 19 mil pagantes, 21 mil presentes no Pacaembu.

No ano passado, o Corinthians foi o time com maior diferença de público do Paulista para o Brasileiro. A média do estadual foi de 27 mil espectadores, contra 40 mil no torneio nacional. O Palmeiras teve 28 mil no estadual, 29.600 no Brasileirão.

A última vez que o Corinthians disputou uma partida, em São Paulo, com mando de campo seu e recebeu menos de 10 mil espectadores foi em 28 de março de 2012, pelo Paulista: Corinthians 1 x 0 XV de Piracicaba, diante de 6.960 torcedores. Era a última rodada da fase de classificação e o time já estava habilitado para disputar as finais.

No domingo, na coluna da Folha de S. Paulo, defendi que é relativo dizer que o torcedor prefere os dlássicos aos jogos de grandes contra pequenos. Como exemplo, a presença de 42 mil torcedores (33 mil pagantes) em Cruzeiro x Tupi, contraste com os 6 mil pagantes da abertura do Brasileirão, em Cruzeiro x São Paulo.

A ideia não é a de que os estaduais devem continuar, mas mostrar como é difícil resolver a equação do calendário e dar aos pequenos dez meses de calendário, sem escravizar os grandes.

Mas o ponto central é: todo jogo vale quando é time grande em campo. Não é possível mais dizer que um jogo do Corinthians, Flamengo, Fluminense, Palmeiras, não vale nada por ser estadual. Vale por ser Corinthians, Flamengo, Fluminense, Vasco. Evidente que o Brasileirão é mais importante do que o estadual. Mas se o time grande está em campo, tem de ter mais de 30 mil torcedores. Como primeiro passo, mais de dez mil pelo menos.

Ano passado, o Corinthians jogou sem mando de campo, clássico contra o Botafogo diante de 7 mil torcedores. Não pode. Nem pelo Brasileiro, nem pelo Estadual, nem pela Libertadores, nem pela Copa do Brasil… Nem em amistoso.

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Por que Tite pode preferir Danilo no ataque em Manizales’
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Nas ausências de Paolo Guerrero, Mano Menezes gostava de escalar Renato Augusto mais à frente. Deu certo. Mas a percepção de que o Corinthians não emplacou como a torcida queria em 2014 fez se notar esse posicionamento muito mesmo na abertura da Libertadores. Contra o Once Caldas, Renato Augusto deu dois passes para gols jogando como pivô.

Não como centroavante típico, preso na área, função que parece em extinção.

Tite gostou da atuação de Renato Augusto, mas prefere ver sua movimentação como meia, atrás do último atacante. Por isso vai escalar Danilo, melhor em campo contra o Palmeiras jogando como meia.

Parece uma novidade. Não é.

Lembre-se da campanha do Corinthians campeão brasileiro de 2011. Quando Liédson não tinha condição de jogo, Danilo era o centroavante.

O mesmo aconteceu na Libertadores de 2012. Até na final, Danilo ocupou a função de atacante por boa parte de jogo, invertendo com Émerson, o autor do dois gols da vitória sobre o Boca Juniors.

Danilo na frente não é novidade. Especialmente dirigido por Tite.

Só não é bom chamá-lo de centroavante. A função é mais de pivô, de atacante. Danilo pode prender a bola no ataque e isso ajudará o Corinthians a confirmar a classificação contra o Once Caldas.


Mario Gobbi diz que entrega Corinthians melhor do que recebeu
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O presidente do Corinthians campeão da Libertadores deixa o cargo no próximo dia 7 de fevereiro. Evita dizer quem é o melhor presidente de todos os tempos e qual sua posição neste ranking. Evita dar entrevistas. Mas no provável último pronunciamento exclusivo, garante que deixa o Corinthians melhor do que recebeu de Andrés Sanchez. E afirma: “Ex-presidente tem de ter postura discreta!”.

PVC – Você vai deixar o Corinthians melhor, igual ou pior do que recebeu?
GOBBI – Vou deixar melhor do que recebi. Primeiro porque fomos campeões da Libertadores, mundiais e da Recopa. O Corinthians é um clube mais conhecido internacionalmente, fez seu estádio e remodelamos o clube social. Fora isso, fizemos a estrutura das divisões de base e estamos começando a ter frutos, como Malcom e Tocantins. Fora os jogadores da Copa São Paulo atual, um time que poderia promover os onze titulares. Nas divisões de base, ganhamos 31 títulos em três anos. Estamos fazendo a terraplanagem do CT da base que em alguns dias estará pronto para receber o plantio da grama.

PVC – Mas você deixa com dificuldades financeiras graves. Falta dinheiro para contratar jogadores. Por quê?
GOBBI – De 2011 para cá, o Corinthians montou uma seleção de craques. Time ganha títulos todos os anos desde 2008. É óbvio que nós aumentamos os salários e os prêmios, aumentamos nossas despesas. A coisa ia bem até o Mundial. No Japão, perguntamos o que queríamos e decidimos manter o patamar de brigar por Libertadores e outro Mundial. Para isso contratamos três jogadores: Gil, Pato e Renato Augusto. Então veio a Libertadores e fomos vítimas da morte de um torcedor e o sistema não permitiria que ganhássemos o torneio. Então veio o jogo com o Boca, a eliminação da Libertadores e nossa receita diminuiu. E no ano passado fomos vítima de uma ação penal por impostos. Fomos o único time no Brasil a sofrer com isso (nota – o Corinthians precisou pagar R$ 50 milhões de impostos atrasados quando Andrés Sanchez, Raul Corrêa e Roberto de Andrade foram processados na pessoa física no meio do ano passado). Em 2015, vamos ter um ano difícil, rígido, seguro. Mas receitas que teremos em 2016 me dão a certeza de que voltaremos com muita força.

PVC – Você acha possível ganhar a Libertadores com o time atual?
GOBBI – Acho possível. Fomos campeões do segundo turno do Brasileirão com um time montado, com padrão de jogo. Precisamos de quatro ou cinco peças experientes para dar opções táticas ao técnico. Elas estão chegando.

PVC – O Corinthians terá de pagar R$ 100 milhões neste ano. O Raul Corrêa diz que o valor é menor. Qual é o valor da dívida com o estádio e sem o estádio incluído?
GOBBI – Não tem de pagar R$ 100 milhões! Não tem de pagar R$ 100 milhões! Não existe isso!

PVC – Mas você sabe o valor da dívida?
GOBBI – Você tem de perguntar para o Raul. Eu sou péssimo de números. Mas o estádio tem o fundo, um valor separado. O estádio tem a conta dele. E vai se pagar com a receita das rendas, com os Cids da prefeitura, com os restaurantes que vão ficar prontos, com as lojas, o shopping Center que vai funcionar lá. A dívida está equacionada.

PVC – Em quem você vai votar?
GOBBI – Meu candidato se chama Roberto de Andrade.

PVC – Mas você teme pelo projeto se ganhar outro candidato?
GOBBI – Não temo pelo projeto. Acho que os dois lados querem o bem do Corinthians e seguirão com o projeto que temos. Houve uma fusão de dois grupos opositores e isso pode fortalecê-los. No Corinthians não tem eleição fácil.

PVC – O que você vai fazer no dia 8 de fevereiro?
GOBBI – No dia 8 de fevereiro, vou resolver com minha mulher. Posso tirar férias ou voltar para o meu trabalho e tirar férias mais para a frente. Mas vou cuidar da minha saúde. Engordei vinte quilos, minhas taxas estão altas e preciso me cuidar por recomendação médica.

PVC – E no dia da final da Libertadores, se o Corinthians estiver lá?
GOBBI – Vou estar na minha casa vendo o jogo pela televisão. Acho que quem foi presidente tem de ter postura discreta. Falar só se for chamado. Manter-se respeitosamente com quem está na condução do clube, a não ser que seja chamado a participar.


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