Blog do PVC

Arquivo : palmeiras

Matheus Fernandes no Palmeiras ainda não significa Erik no Botafogo
Comentários Comente

PVC

O Palmeiras encaminhou proposta pela compra da maior parte dos direitos sobre o volante Matheus Fernandes, do Botafogo. A oferta está na mesa do presidente botafoguense, Nelson Mufarrej, junto com a do Genoa, da Itália. A tendência é que o negócio seja sacramentado e o cabeça-de-área, campeão brasileiro sub-20 de 2016, dispute a temporada do ano que vem no Allianz Parque.

Isso não significa que o atacante Erik já tem seu destino definido para 2019. O Botafogo deseja permanecer com o atacante, vinculado ao Palmeiras, e o jogador tem vontade de continuar no Rio de Janeiro, onde seu futebol reacendeu no final do ano. Em 22 partidas pelo Botafogo, marcou cinco gols e deu quatro passes decisivos no Brasileirão.

Ocorre que seu agente prefere esperar as alternativas de mercado para entender se Erik deve ou não ficar em General Severiano. Mesmo depois do provável sim de Nelson Mofarrej à oferta do Palmeiras, será necessário esperar o início do próximo ano para entender qual será o destino de Erik. Possivelmente o mesmo endereço do final da temporada.

Entre o Genoa e o Palmeiras há muitas diferenças, todas favoráveis à equipe brasileira. A primeira é que o Genoa ocupa hoje a 14a colocação da Série A. A segunda é que, no Genoa, bons atletas brasileiros desperdiçaram tempo nesta década. Caso do zagueiro Roger Carvalho, destaque do Figueirense em 2011, que passou pela equipe rossoblu e nunca recuperou sua melhor condição técnica, mesmo passando mais tarde por São Paulo e Palmeiras. A terceira é que times desse tamanho, na Itália, pagam salários menores ou iguais aos maiores do Brasil.

Matheus Fernandes teve o recorde de desarmes do elenco do Botafogo, durante o Brasileirão. Foram 75, número que o coloca em 22o lugar no ranking do campeonato. No Palmeiras, Thiago Santos e Marcos Rocha foram os únicos com índice superior ao do cabeça-de-área botafoguense.


Dudu muda perfil de craque do Brasileirão
Comentários Comente

PVC

Nos primeiros cinco anos do prêmio Craque do Brasileirão, de 2005 a 2010, duas vezes o troféu foi conquistado por um goleiro acima dos 30 anos: Rogério Ceni. Apesar do indiscutível mérito do mito são-paulino, discutia-se em 2006 e 2007 por que razão não havia jogadores de ataque capazes de ser destaque do melhor torneio do país. Debates semelhantes houve quando Carlos Tévez e Dario Conca venceram, Tévez em 2005, Conca em 2010. Tévez era um craque pretendido pelo planeta, mas que só demonstrou ter mercado no West Ham, quando finalmente se transferiu para a Europa em 2006, três anos após ser protagonista do Boca Juniors na conquista da Libertadores.

Tirando o goleiro e os estrangeiros, nos primeiros cinco anos o prêmio foi conquistado também por Adriano, o Imperador. Aos 27 anos, parecia ter desistido do futebol de alto nível praticado na Europa.

E por Hernanes. Venceu pelo São Paulo, em 2008. Mas, na mesma temporada, a Bola de Ouro da revista Placar foi entregue a Rogério Ceni. De novo a discussão sobre as razões de não haver um super craque no Brasil.

O Brasil exportação é o país dos adolescentes e veteranos, não do jogador no ápice, na idade da consagração, entre os 25 e 29 anos.

Dudu é diferente. É possível discutir se Dudu deve ir para a China, se times importantes da Europa, como Valencia e Sevilla podem desejar seu futebol, mas o camisa 7 do Palmeiras chega ao prêmio do Brasileirão aos 26 anos. A tendência dos imberbes ou anciãos da década passada mudou na década de 2010. Neymar foi premiado em 2011 aos 19 anos, Fred em 2012, aos 29, Éverton Ribeiro ganhou em 2013, aos 24, e em 2014, com 25, Renato Augusto ficou com o troféu em 2015, aos 29, Gabriel Jesus em 2016, aos 19. A exceção é Jô, ganhador de 2017, aos 30 anos.

Não significa que o melhor jogador do Brasileiro tenha mercado nos principais clubes da Europa. Historicamente, não têm. Nem Zico, craque do Brasileirão de 1983, consagrou-se com uma transferência para a Roma ou Juventus, gigantes da época. Foi para a Udinese. Os exemplos de gênios consagrados no Brasileiro, negociados em seguida, para gigantes europeus concentram-se.

Falcão, eleito em 1979, foi para a Roma em 1980. Careca, gênio de 1986, foi para o Napoli compartilhar o campo com Maradona, em 1987. Renato Gaúcho, eleito na Copa União de 1987, foi para a Roma em 1988. Edmundo, perfeito em 1997, seguiu para a Fiorentina. Kaká, Bola de Ouro de Placar em 2002, foi para o Milan em 2003. Robinho, ganhador de 2004, chegou ao Real Madrid em 2005. Gabriel Jesus, eleito em 2016, foi levado por Guardiola para o Manchester City no janeiro seguinte.

Não é diferente com os craques dos campeonatos periféricos do planeta. Centurión, eleito na Argentina em 2014, foi para o São Paulo, onde fracassou. Pavón, melhor da Argentina na temporada 2017/18, só teve proposta concreta do Zenit. Caso de Pity Martínez, estrela do River Plate, finalista da Libertadores, que tem oferta do Atlanta United, dos Estados Unidos. O brasileiro Jonas e o mexicano Lozano, eleitos em Portugal e na Holanda, ficaram em seus países.

Os campeonatos periféricos exportam, exportam, exportam…Nunca há a segurança de ter, nas estrelas nacionais, craques prontos para explodir na elite do futebol mundial, na Premier League, Bundesliga ou Liga Espanhola. Os novatos, sim. Sem ser protagonista do Brasileiro de 2017, Richarlison foi para o Watford e depois para o Everton. É excelente, como Arthur, negociado com o Barcelona, sem ser destaque do Brasileirão, mas da Libertadores.

Nesse cenário, Dudu poderia se lembrar de que tem uma oferta tentadora: ficar no Palmeiras até 2022. Se for eleito daqui a quatro anos, vamos discutir por que o craque do campeonato já está na faixa dos 30 anos. Por enquanto, ele foi eleito aos 26.


Público é a maior conquista do Brasileirão 2018
Comentários Comente

PVC

O Barcelona perdeu 10% de seu público ao final da temporada 2017/18. Registou 68.830 espectadores por partida. No início da temporada 2018/19, o índice está voltando ao patamar anterior. Tem de novo a melhor média do Campeonato Espanhol: 76 mil. Ter atenção à queda foi fundamental para devolver as arquibancadas cheias ao Camp Nou.

Não há nível de comparação com o Brasileiro, que terminou no sábado com 18.873 pagantes por jogo. Exceto pela observação atenta que o dado exige. É o maior número de torcedores presentes aos estádios desde a Copa União de 1987. Em 31 anos, nunca tanta gente passou pelas bilheterias.

Uma das razões é a boa campanha do Flamengo. Trem pagador, o Flamengo sempre puxou para cima a média do Brasileirão. Mas, em 2009, quando foi campeão pela última vez, a média foi de 17.800. Também foi a melhor depois da Copa União, mas com mil pagantes a menos no índice geral, comparado com 2018.

A subida pode ser explicada, em parte, pelos planos de sócios torcedores de Palmeiras, Corinthians e São Paulo, que privilegiam quem vai a todas as partidas com preços justos. Se o bilhete médio do Palmeiras é de R$ 56, quem vai ao setor norte do Allianz Parque pode pagar ZERO, se pagar pelo plano Ouro, de R$ 119 mensais. Em média, dividindo a despesa mensal pelos quatro jogos no estádio num período de trinta dias, o custo por partida é de R$ 29.

A última rodada teve recorde de presença do campeonato, no Maracanã para Flamengo 1 x 2 Atlético Paranaense. Também o maior público da história do Allianz Parque.

A imprensa trata pouco destes planos. Preferimos dizer que o preço do bilhete cheio é superior a R$ 100, o que dá a falsa impressão de elitização. O dado objetivo é: há mais gente nos estádios. Ainda é insuficiente. Só que aumentou a presença. Pela primeira vez desde 1983, quatro clubes tiveram mais de 30 mil pagantes por partida: Flamengo, São Paulo, Palmeiras e Corinthians.

É preciso estudar, encontrar outras explicações, criar outras alternativas para que mais torcedores queiram ir aos jogos. Acabar com mitos como os de que o torcedor não vai por causa do horário, da chuva, do vento ou da praia. Dos dez maiores públicos do São Paulo no ano, os nove primeiros foram os mais caros. Diferente do Flamengo, cujo recorde de espectadores aconteceu com o preço mais baixo. Cada um precisa conhecer e compartilhar sua própria experiência. Abrir mão de verdades pré-concebidas e entender cada caso.

Se na história do futebol no Brasil, o torneio com mais público foi o Brasileiro de 1983, com média de 22 mil espectadores, é porque jamais houve grande afluência. O Flamengo disputou no Maracanã 296 partidas de Brasileirão. Em 32, registrou menos de 5 mil torcedores.

O mistério é que se fala em elitização, em violência, em nível baixo e pior média de gols em 28 anos. Mesmo assim, mais gente se interessa por ir ao estádio. O potencial para aumentar existe. Mas é preciso planejar e definir metas. Assim como o Barcelona caiu e recuperou 10% de público, o Brasileiro pode planejar a subida ano a ano, degrau a degrau, até chegar a, digamos, 25 mil por partida. A Itália hoje tem 24 mil. A Espanha, 26 mil. É viável. Basta trabalhar nessa direção.


Informações e palpites da última rodada do Brasileirão
Comentários Comente

PVC

ATLÉTICO MINEIRO x BOTAFOGO
Sábado, Independência, 19h
ATLÉTICO MINEIRO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Victor, Èmerson, Leonardo Silva, Maidana e Fábio Santos; Adílson e Elias; Luan, Cazares e Chará; Ricardo Oliveira. Técnico: Levir Culpi
Últimos cinco jogos – dvvve
BOTAFOGO – Problemas – Léo Valencia (terceiro cartão), Carli (machucado), Marcelo (machucado), Aguirre (machucado), Jean (machucado), Gílson (machucado), Erik (liberado) – Time provável (4-2-3-1) – Gatito Fernandez, Marcinho, Marcelo Benevenuto, Igor Rabello e Moisés; Matheus Fernandes e Bochecha; Rodrigo Pimpão, Marcos Vinícius e Luiz Fernando; Kieza. Técnico: Zé Ricardo
Últimos cinco jogos – vevvv
CURIOSIDADE – Tirando as goleadas, o jogo com maior número de gols da história do Brasileiro foi Atlético 5 x 5 Botafogo, em 1998.
RETROSPECTO – No novo Independência, houve quatro jogos pelo Brasileiro, com duas vitórias do Atlético e dois empates.
PALPITE – Atlético
ARBITRAGEM – Bráulio da Silva Machado (SC); Kléber Lúcio Gil (SC), Neuza Inês Back (SC)

FLAMENGO x ATLÉTICO PARANAENSE

Sábado, Maracanã, 19h
FLAMENGO – Problemas – Réver (machucado), Cuellar (terceiro cartão), Vitinho (machucado, dúvida), Marlos Moreno (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) – César, Pará, Léo Duarte, Rhodolfo e Renê; Piris da Mota e William Arão; Éverton Ribeiro, Diego e Berrio; Uribe. Técnico: Dorival Júnior
Últimos cinco jogos – vvvve
ATLÉTICO PARANAENSE – Problemas – Bergson (terceiro cartão), Guilherme (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Tiago Alves, Diego, Wânderson, Ivaldo e Márcio Azevedo; Wellington e Camacho; Marcinho, Rossetto e Rony; Pablo. Técnico: Tiago Nunes
Últimos cinco jogos – vvev
CURIOSIDADE – Nesta semana, completaram-se cinco anos da final Flamengo x Atlético Paranaense, da decisão da Copa do Brasil de 2013.
RETROSPECTO – O Flamengo venceu o último encontro no Maracanã, em 2015: 3 x 2.
PALPITE – Flamengo
ARBITRAGEM – Flávio Rodrigues de Souza (SP); Alex Ang Ribeiro (SP), Tatiane Sacilotti (SP)

PARANÁ x INTERNACIONAL
Domingo, Vila Capanema, 17h
PARANÁ – Problemas – Leandro Vilela (terceiro cartão), Alex Santana (pertence ao Internacional) – Richard, Wesley Dias, Jesiel, Charles e Igor; Jhony e Jhonny Lucas; Kessley, Alesson e Juninho; Andrey. Técnico: Dado Cavalcanti
Últimos cinco jogos – vdedv
INTERNACIONAL – Problemas – Leandro Damião (machucado) – Time provável (4-1-4-1) – Marcelo Lomba, Fabiano, Rodrigo Moledo, Victor Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado; Nico López, Edenílson, D’Alessandro e Patrick; Jonathan Álvez. Técnico: Odair Hellmann
Últimos cinco jogos – vddve
CURIOSIDADE – Clube que deu origem ao Paraná, o Colorado fez seu primeiro jogo de Campeonato Brasileiro em 1978 e foi contra o Internacional. Perdeu por 2 x 0 em Curitiba, gols de Falcão e Jair.
RETROSPECTO – O Paraná venceu o último encontro na Vila Capanema, por 1 x 0, em 2007.
PALPITE – Internacional
ARBITRAGEM –Rodrigo Carvalhaes de Miranda (RJ); Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ), Michael Correia (RJ)

CHAPECOENSE x SÃO PAULO
Domingo, Arena Condá, 17h
CHAPECOENSE – Problemas – Yann Rolim (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Jandrei, Eduardo, Douglas, Fabrício Bruno e Bruno Pacheco; Amaral e Márcio Araújo; Canteros, Diego Torres e Wellington Paulista; Leandro Pereira. Técnico: Claudinei Oliveira
Últimos cinco jogos – evddv
SÃO PAULO – Problemas – Bruno Peres (machucado), Reinaldo (terceiro cartão), João Rojas (machucado), Luan (machucado), Carneiro (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Jean, Araruna, Arboleda, Bruno Alves e Edimar; Liziero e Hudson; Helinho, Nenê e Éverton; Diego Souza. Técnico: André Jardine
Últimos cinco jogos – edvee
CURIOSIDADE – No último confronto na Arena Condá, um dos gols da Chapecoense no empate por 2 x 2 foi marcado pelo lateral Reinaldo, hoje no São Paulo.
RETROSPECTO – O São Paulo só venceu na Arena Condá em 2015. No total, são quatro jogos, com duas vitórias da Chapecoense, um empate e um triunfo são-paulino.
PALPITE – Empate
ARBITRAGEM – Wilton Pereira Sampaio (GO); Fabrício Vilarinho da Silva (GO), Bruno Raphael Pires (GO)

BAHIA x CRUZEIRO
Domingo, Fonte Nova, 17h
BAHIA – Problemas – Douglas (suspenso pelo STJD), Nino Paraíba (machucado), Élber (machucado), Gregore (terceiro cartão), Tiago (terceiro cartão), Marco Antônio (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Ânderson, Bruno, Jackson, Lucas Fonseca e Léo; Élton e Flávio; Ramires, Zé Rafael e Clayton; Edigar Junio. Técnico: Enderson Moreira
Últimos cinco jogos – dvdev
CRUZEIRO – Problemas – Murilo (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Rafael, Ezequiel, Manoel, Cacá e Patrick Brey; Éderson e Lucas Silva; Lucas Romero, Raniel e David; Sassá. Técnico: Sídnei Lobo (Mano Menezes faz tratamento médico)
Últimos cinco jogos – dvdvd
CURIOSIDADE – Na última vitória do Cruzeiro, na Fonte Nova, o volante Nílton, hoje no Bahia, marcou um dos gols cruzeirenses que venceu por 2 x 1.
RETROSPECTO – No ano passado, o Bahia ganhou na Fonte Nova por 1 x 0.
PALPITE Flá– Bahia
ARBITRAGEM – Bruno Arleu de Araújo (SP); Luiz Cláudio Regazone (SP), Thiago Farinha (SP)

FLUMINENSE x AMÉRICA MINEIRO
Domingo, Maracanã, 17h
FLUMINENSE – Problemas – Léo (expulso), Pedro (machucado), Gilberto (machucado), Ibañez (machucado), – Time provável (4-2-3-1) – Júlio César, Igor Julião, Gum, Digão e Ayrton Lucas; Jádson e Richard; Fernando Neto, Sornoza e Everaldo; Luciano. Técnico: Fábio Moreno (interino)
Últimos cinco jogos – ddded
AMÉRICA MINEIRO – Problemas – David (machucado), Jori (machucado), Ruy (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – João Ricardo, Norberto, Messias, Matheus Ferraz e Carlinhos; Zé Ricardo e Juninho; Luan, Matheusinho e Marquinhos; Rafael Moura. Técnico: Givanildo Oliveira
Últimos cinco jogos – vdvdd
CURIOSIDADE – Só houve um encontro no Maracanã. Em 1971, houve empate por 0 x 0.
RETROSPECTO – O Fluminense venceu os dois últimos jogos pelo Brasileiro, ambos por 1 x 0 em 2016, um no Independência e outro em Cariacica, no Espírito Santo.
PALPITE – Empate
ARBITRAGEM – Rafael Traci (PR); Ivan Carlos Bohn (PR), Rafael Trombetta (PR)

CEARÁ x VASCO
Domingo, Castelão, 17h
CEARÁ – Problemas – Juninho Quixadá (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Éverson, Samuel Xavier, Tiago Alves, Luiz Otávio e Felipe Jonathan; Edinho e Richardson; Calyson, Ricardinho e Leandro Carvalho; Arthur. Técnico: Lisca
Últimos cinco jogos – evede
VASCO – Problemas – Breno (machucado), Ramon (machucado), Rildo (machucado), Henrique (machucado) – Time provável (4-1-4-1) – Fernando Miguel, Luiz Gustavo, Werley, Leandro Castan e William Maranhão; Desábato; Yago Pikachu, Andrey, Thiago Galhardo e Kelvin; Maxi López. Técnico: Alberto Valentim
Últimos cinco jogos – dvded
CURIOSIDADE – No primeiro confronto entre os dois clubes, o técnico do Ceará era Marinho Rodrigues, pai de Paulo Cezar Caju, mais tarde vice-campeão carioca pelo Vasco, em 1980.
RETROSPECTO – Em Fortaleza, houve seis jogos entre Ceará x Vasco, com três vitórias vascaínas e três empates.
PALPITE – Vasco
ARBITRAGEM – Raphael Claus (SP); Danilo Ricardo Simon Manis (SP), Rogério Pablos Zanardo (SP)

SPORT x SANTOS
Domingo, Ilha do Retiro, 17h
SPORT – Problemas – Cláudio Winck (expulso), Jair (terceiro cartão) – Time provável (4-2-3-1) – Maílson, Andrigo, Adryelson, Ernando e Raul Prata; Marcão Silva e Felipe Bastos; Michel Bastos, Gabriel e Mateus Gonçalves; Matheus Peixoto. Técnico: Mílton Mendes
Últimos cinco jogos – eddee
SANTOS – Problemas – Lucas Veríssimo (machucado), Derlis González (machucado), Anderson Ceará (machucado), Bruno Henrique (machucado), Bryan Ruiz (virose), Carlos Sánchez (terceiro cartão), Gabriel (terceiro cartão), Dodô (terceiro cartão), Alisson (terceiro cartão) Time provável (4-1-4-1) – Vladimir, Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Copete; Guilherme Nunes; Rodrygo, Diego Pituca, Jean Mota e Arthur Gomes; Felippe Cardoso. Técnico: Cuca
Últimos cinco jogos – veddd
CURIOSIDADE – O primeiro encontro entre Sport e Santos pelo Brasileirão teve dois grandes zagueiros da história como técnicos. Pinheiro, no banco rubro-negro, Mauro Ramos de Oliveira, no santista.
RETROSPECTO – Houve dois empates e duas vitórias do Sport, desde a última vitória santista na Ilha do Retiro, em 2009.
PALPITE – Sport
ARBITRAGEM – Ânderson Daronco (RS); Rafael da Silva Alves (RS), Cleriston Cley Barreto
Rios (RS)

PALMEIRAS x VITÓRIA

Domingo, Allianz Parque, 17h
PALMEIRAS – Problemas – Willian (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Wéverton, Mayke, Luan, Gustavo Gomez e Diogo Barbosa; Felipe Melo e Bruno Henrique; Dudu, Moisés e Lucas Lima; Deyverson. Técnico: Luiz Felipe
Últimos cinco jogos – vveve
VITÓRIA – Problemas – Jéferson (terceiro cartão), Rodrigo Andrade (machucado), Benítez (machucado), Arouca (pertence ao Palmeiras), Lucas (pertence ao Palmeiras) – Time provável (4-2-3-1) – João Gabriel, Yago, Bruno Bispo, Lucas Ribeiro e Fabiano; William Farias; Luan, Rhayner, Léo Gomes e Lucas Fernandes; Léo Ceará. Técnico: João Burse
Últimos cinco jogos – evdee
CURIOSIDADE – Em 1993, a campanha do Palmeiras terminou com 31 mil pessoas de média de público e triunfo sobre o Vitória na finalíssima, diante de 88 mil pagantes, no Morumbi. A expectativa é que o Palmeiras receba 35 mil torcedores no domingo e alcance 32 mil de média neste ano.
RETROSPECTO – Na história, em São Paulo, são onze vitórias do Palmeiras e cinco empates. Vitória nunca venceu.
PALPITE – Palmeiras
ARBITRAGEM – Héber Roberto Lopes (SC); Henrique Neu Ribeiro (SC), Éder Alexandre (SC)

GRÊMIO x CORINTHIANS
Domingo, Arena do Grêmio, 17h
GRÊMIO – Problemas – Geromel (terceiro cartão), Luan (machucado), Marcelo Grohe (machucado), Paulo Miranda (machucado), Jean Pyerre (machucado, dúvida), Cortez (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) – Paulo Victor, Leonardo Moura, Derlan, Kannemann e Michel; Matheus Henrique e Maicon; Ramiro, Cícero e Éverton; Jael. Técnico: Renato Gaúcho
Últimos cinco jogos – evvev
CORINTHIANS – Problemas – Cássio (machucado), Fágner (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) – Wálter, Léo Santos, Pedro Henrique, Henrique e Carlos Augusto; Ralf e Thiaguinho; Pedrinho, Jádson e Romero; Danilo. Técnico: Jair Ventura
Últimos cinco jogos – evdev
CURIOSIDADE – Na última rodada de 2016, o Botafogo, dirigido por Jair Ventura, venceu o Grêmio por 1 x 0, em Porto Alegre, classificou-se e eliminou o Corinthians da Libertadores.
RETROSPECTO – Na Arena do Grêmio, são quatro vitórias gremistas e um empate, em cinco encontros na história.
PALPITE – Grêmio
ARBITRAGEM – Ricardo Marques Ribeiro (MG); Guilherme Dias Camilo (MG), Sidmar dos Santos Meurer (MG)


Rodízio explica título do Palmeiras e queda do Flamengo
Comentários Comente

PVC

Palmeiras e Flamengo voltaram da Copa do Mundo em posições inversamente proporcionais. O Flamengo era líder, nove pontos acima do Palmeiras, quando houve a paralisação para a Copa. Duas semanas depois, Felipão foi contratado. O Palmeiras estava em sétimo, oito pontos atrás. Mas, na seqüência ao Munbdial, houve um período de 59 dias com 18 partidas, tanto para rubro-negros, quanto palmeirenses.

Nesse espaço, o Palmeiras subiu para a liderança e o Flamengo desceu para a quarta colocação. Foram nove jogos mensais, por dois meses, em que Felipão escalou 24 jogadores diferentes como titulares e Maurício Barbieri, 25. Só que Barbieri usou nove jogadores mais de dez vezes, como titulares. Felipão só fez isso com cinco. Éverton Ribeiro foi titular 15 vezes nesse período. Dudu, 12.

O raciocínio não é explicação definitiva para dizer que o rodízio palmeirense e o cansaço pela repetição de jogos e viagens foi o diferencial deste ano para quem vivia na Academia ou no Ninho do Urubu. É apenas a segunda temporada com todas as competições sobrepostas. Todos estamos aprendendo sobre o sistema de disputa.

No ano passado, o ensinamento foi de que o Corinthians venceu porque não estava na Libertadores e foi eliminado precocemente da Copa do Brasil, antes do início do Brasileirão. Quando saiu da Sul-Americana, passou a ter só uma competição, e inverteu a tendência: colecionou todas as oito derrotas da campanha.

Neste ano, quando teve apenas uma competição, o São Paulo assumiu a liderança e depois a desperdiçou. Caiu para o quinto lugar. Enquanto isso, o Palmeiras, em três frentes, chegou às semifinais da Libertadores e da Copa do Brasil e conquistou o Brasileirão. Com os torneios sobrepostos, o Palmeiras disputou 26 partidas a mais do que o Boca Juniors, até ser eliminado na semifinal do torneio continental. São observações que podem ser usadas para entender se foram decisivas. O calendário castiga mais os brasileiros do que os argentinos. Isto é decisivo? Rodar mais o elenco como o campeão fez neste ano, ajuda a ganhara taça?

É justo que se discuta se houve ou não houve relevância.

O fato é que Felipão fez rodízio e o Palmeiras caminhou para o troféu. O Flamengo disputou 18 partidas com a mesma base, sempre com intervalos de três dias. Cansou. Diego Alves, Rodinei, Réver, Léo Duarte, Renê, Paquetá, Éverton Ribeiro e Cuellar jogaram mais vezes, naquele período de 59 dias, do que Dudu, Willian, Moisés, Lucas Lima, Borja, Deyverson, Mayke e Marcos Rocha. O Palmeiras esteve sempre mais descansado.

No final da campanha, o Flamengo passou a ter semanas inteiras de treino. Coincidiu com a troca de Maurício Barbieri por Dorival Júnior. O próprio Dorival Júnior declarou que o maior tempo para treinar ajudou a fazer a equipe crescer. O palmeirense Moisés também diz que a maior contribuição de Felipão para o elenco foi a capacidade de valorizar todos e promover o rodízio.


Palmeiras campeão!
Comentários Comente

PVC

O Flamengo fez 1 x 0 aos 10 minutos, com Éverton Ribeiro, e a torcida do Palmeiras passou a ter pressa. Felipão disse na quarta-feira, depois de vencer o América, que o time não precisava ficar ansioso. Tinha cinco pontos de vantagem e dependia apenas de si próprio. Por que a necessidade de ser campeão neste domingo?

Porque as imagens nas arquibancadas mostravam torcedores roendo unhas e a apreensão exposta. O Palmeiras não teve pressa, desta vez. Diferente de quando invertia lançamentos longos contra o vento, semana passada, em Londrina, contra o Paraná. Trocou passes curtos e suportou a pressão do Vasco, melhor no primeiro tempo.

Na segunda etapa, o Palmeiras voltou mais forte, mas estava clara a necessidade de trocar Borja, nulo, por Deyverson. Quem diria? Deyverson virou indispensável.
E artilheiro.

Goleador da era Felipão nono gol marcado dos 46 colecionados desde que o treinador gaúcho retornou ao Parque Antarctica.
Dudu, sempre ele, participou do gol do título, deu o passe a Willian e dele ao centroavante mais louco do futebol brasileiro. A versão moderna de César Maluco, Deyverson Doido tocou para o fundo da rede. Palmeiras 1 x 0.

O Vasco vai se salvar, talvez já nesta segunda-feira.

O Palmeiras é campeão brasileiro.

É a primeira vez que o Palmeiras é campeão jogando a partida do título de camisa branca.
É a terceira maior virada dos pontos corridos. De oito pontos atrás para campeão brasileiro.

Tags : palmeiras


O grande debate sobre o futuro do Palmeiras
Comentários Comente

PVC

Maurício Galiotte e Genaro Marino disputam a presidência do Palmeiras neste sábado, eleição na semana em que pode ser campeão. No início da década, eleições presidenciais eram repletas promessas de que o clube voltaria a ser protagonista. Hoje, o Palmeiras está à porta do segundo título brasileiro em três temporadas, com um vice-campeonato no meio. O resultado esportivo é inédito para os palmeirenses e só comparável ao São Paulo tricampeão de 2006/07/08 e ao Santos penta da Taça Brasil entre 1961 e 1965.

Ter Genaro Marino, apoiado por Paulo Nobre, em oposição a Maurício Galiotte, indica que o cenário melhorou. Há dez anos, apontavam-se quadros políticos velhos e viciados.

Isso não exclui o debate.

Há temas sérios demais, especialmente para um clube que já cedeu ao dinheiro da multinacional Parmalat e passou quinze anos para voltar a ter troféus depois do fim do contrato. Um desses assuntos é a dependência da Crefisa em contraponto à independência patrocinadora-conselheira que se jacta de distribuir presentes para seus seguidores.

Paulo Nobre publicou carta lembrando aos palmeirenses por que rompeu com Maurício Galiotte. Lembrou a aceitação de Leila Pereira no quadro de sócios com uma carta que atribuía sua entrada em 1996, quando na verdade foi em 2015. Mustafá Contursi, padrinho de Leila na época, hoje não troca com ela um simples aperto de mãos.

No entanto, a parte do Conselho Deliberativo que vota questões estratégicas do clube como se fosse uma discussão de vaga de garagem num condomínio, aprovou sua eleição como conselheira. A mesma parte de conselheiros segue à espera do próximo presente.

Não é assim que se faz a política de um clube protagonista.

Há conquistas na soma das gestões Paulo Nobre-Maurício Galiotte. Não se fala de um ou de outro, mas dos últimos seis anos. O Avanti foi dinamizado por Nobre, alcançou a marca de 109 mil torcedores em dia com seus pagamentos. A oposição acusa a queda de 40% do número de sócios Avanti. A referência é à quantidade de inadimplentes.

Os diretores e apoiadores de Galiotte contra argumentam com a receita crescente do programa de sócios torcedores. Perto de R$ 160 milhões, na soma dos Avantis com a bilheteria avulsa.

A média de público do Palmeiras saltou para 31 mil por jogo. A maior taxa de ocupação de um estádio no país (74%). Ainda representa 34% de arquibancadas vazias. A ambição é bater 75% de ocupação. Esse índice só terá validade se for um degrau para chegar aos 90%. Como objetivo final, seria pouco ambicioso.

O Avanti enche o estádio e dá dinheiro. É a maior conquista do Palmeiras dos últimos seis anos. Muito mais do que a Crefisa. Bem administrado, o Avanti é símbolo da soberania. A Crefisa, o risco de voltar ao pós Parmalat.

Enquanto distribui presentes, Leila Pereira rejeita comparações com a Parmalat. Impossível negar a semelhança. Apenas desconhecendo a história.

Alexandre Mattos garante que o Palmeiras começa a beber água limpa e que as divisões de base começarão a despejar talentos na equipe principal. É mais do que hora. Um clube protagonista não pode apenas depender do mercado de jogadores medianos postos à disposição por empresários de atletas. Os três maiores ídolos palmeirenses neste século são Marcos, Gabriel Jesus e Dudu. Dois deles nasceram na Academia.

Soberania e auto suficiência são temas inegociáveis. O Palmeiras não pode passar por seu processo eleitoral sem este debate, mesmo festejando o provável título brasileiro. Não se trata de rupturas e guerras políticas como as que marcaram a história verde. Trata-se de discutir o que o Palmeiras pretende para ser forte e soberano pelos próximos vinte anos.

Tags : palmeiras


Dudu é o craque o Brasileirão
Comentários Comente

PVC

Dudu fez os dois gols do título da Copa do Brasil, em 2015.

Foi o melhor jogador do segundo turno do Brasileirão 2016.

E disparadamente é o craque do Campeonato Brasileiro de 2018.

Se há um símbolo do fortalecimento do Palmeiras nos últimos três anos, é Dudu.

A atuação contra o América foi brilhante.

Deu 23 passes certos, errou cinco, foi quem mais finalizou, fez seu sétimo gol na campanha, 12a assistência.

É o recordista de passes para gols do campeonato e quem mais participa de gols desde a chegada de Felipão. Deu dez passes sob o comando do técnico e marcou sete vezes. Dos 45 gols da era Scolari, Dudu participou de 37%.

Dudu ajudou a aliviar a tensão do primeiro tempo do Allianz Parque. Daqueles dias em que, quem tivesse uma faca, cortaria um cubo de ar. Oxigênio em estado sólido, tamanha a angústia da torcida, à espera do gol que não vinha. E que, quando veio, foi anulado primeiro no pé de Deyverson.

O Brasileirão não acabou, mas foi por culpa de Uribe e Diego. Especialmente o camisa 10, o melhor em campo no Maracanã. Foi quem mais finalizou (4), quem mais acertou passes (44), autor do gol do 2 x 0, que adiou a definição do campeão para domingo — ou talvez para dia 2.

O Flamengo precisa de seis pontos nos dois últimos jogos e que o Palmeiras tenha no máximo um empate. Dificilmente ganhará um título neste ano de 2018. Mas terminará com a cabeça erguida, porque nos últimos 26 anos, só em 2009 chegou à penúltima rodada com chance de levantar o troféu.


Virada do Flamengo é muito menos provável do que em 2009
Comentários Comente

PVC

O tropeço do Palmeiras contra o Paraná Clube, em Londrina, e a vitória do Flamengo contra o Sport, no Recife, podem produzir a memória da virada rubro-negra de 2009. A maior reviravolta da história dos pontos corridos fez o time carioca arrancar da décima colocação, doze pontos atrás do líder, para o título, no intervalo de quinze rodadas. Até o 23o jogo, o Fla não ultrapassava o meio da tabela e, na trigésima jornada, viajou ao Parque Antarctica ainda com nove pontos a menos do que o Palmeiras. O triunfo por 2 x 0, gols de Petkovic, diminuiu a distância para seis pontos, faltando oito jogos. O Palmeiras terminou em quinto lugar, fora até mesmo da Libertadores. O Flamengo foi campeão.

É completamente diferente o cenário, hoje, levando em conta a classificação a três partidas do fim da temporada.

Daquela vez, na 35a rodada, o Flamengo já havia ultrapassado o Palmeiras e perseguia o novo líder, o São Paulo. A classificação mostrava o Tricolor com 62 pontos, dois a mais do que o rubro-negro e três a mais do que o alviverde. O Fla assumiria a liderança ao vencer o Corinthians, na penúltima jornada.

A classificação atual se assemelha mais à de 2016. No ano em que Gabriel Jesus e Dudu conduziram o Palmeiras ao troféu, o time dirigido por Cuca tinha 71 pontos, contra 66 do Flamengo, a esta altura da campanha. A pontuação era exatamente igual à atual, só com o Santos entre os dois candidatos ao título. Dirigidos por Dorival Júnior, os santistas somavam 67 unidades.

Aquele Palmeiras foi campeão na 37a partida, vencendo a Chapecoense por 1 x 0, no Allianz Parque.

Campeão, no entanto, o Palmeiras só será quando alcançar pontuação impossível para seus rivais. Hoje, isso significa chegar aos 76 pontos. Pode ser menos. Nunca o vice-campeão somou 73, o que o Palmeiras pode conseguir se vencer o América Mineiro, quarta-feira.

Histórias incríveis no futebol brasileiro indicam que não faz bem festejar antes da hora. A mais inacreditável foi a volta olímpica conduzida pelo zagueiro Onça, do Flamengo, depois de empatar contra o Botafogo pela Taça Guanabara de 1968. O torneio era independente do Campeonato Carioca. O empate por 0 x 0 deixava os rubro-negros a um empate do troféu e enfrentaria o modesto Bonsucesso. Pois o clube rubro-anil venceu por 2 x 0, gols de Gonçalves e Morais.

O Botafogo já excursionava pelo Brasil e foi chamado às pressas para um jogo extra, no domingo seguinte. Ganhou por 4 x 1. A volta olímpica de Onça virou mico.

Nas três rodadas que restam, o Flamengo disputará três finais. Isso obrigará o Palmeiras a também ter a faca entre os dentres.


Palmeiras tem contas a favor
Comentários Comente

PVC

O Palmeiras esbarrou nos meninos recém-lançados pelo técnico Dado Cavalcanti, no Paraná Clube, como Keslley, o melhor jogador do time rebaixado. Também bateu de frente com o clima. Menos pela chuva, mais pelo vento, que soprava a bola de volta para a grande área de Wéverton durante todo o primeiro tempo. Mayke jogou mal e no terceiro erro permitiu a Juninho cruzar e Keslley marcar.

O segundo tempo começou também com erros de Edu Dracena, com Antônio Carlos e Diogo Barbosa salvando o segundo gol paranista. Então, veio o pênalti convertido por Scarpa. O primeiro jogo decidido por Scarpa desde março, quando foi o melhor em campo contra o Ituano. As lesões atrapalharam muito o meia, ex-Fluminense.

Dos 35 jogos do Palmeiras no campeonato, este foi o 18o em que o time teve mais posse de bola do que o adversário. Todas as quatro derrotas foram em partidas assim, com mais controle do jogo do que os rivais. Felipão gosta de definir jogadas com rapidez, irritou-se com o excesso de toques laterais e de erros do Palmeiras.

Mas o empate, combinado com o triunfo do Botafogo sobre o Internacional mantém a chance de o título se resolver na quarta-feira.
Para isso:
1. O Palmeiras, líder com 71 pontos, tem de vencer o América, no Allianz Parque.
2. O Flamengo, vice-líder com 66 pontos, não pode ganhar do Grêmio no Maracanã.
3. O Internacional, terceiro colocado com 65 pontos, não pode vencer o Atlético Mineiro no Beira-Rio.

Se a combinação de resultados acontecer, o Palmeiras será campeão diante de sua torcida.
Caso contrário, o título será adiado para São Januário, contra o Vasco. Pode acontecer contra o Vitória, na última rodada.
Ainda há uma chance de não ocorrer. Bem difícil.

Tags : palmeiras