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Real Madrid tem seca de gols inédita neste século
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Os quatro jogos seguidos sem fazer gols formam uma seqüência inédita na história do Real Madrid desde abril de 1985. O time de Julen Lopetegui anotou seu último gol no dia 22 de setembro, na vitória por 1 x 0 sobre o Espanyol, no Santiago Bernabéu. Asensio marcou aos 41 minutos do primeiro tempo. Depois, o Real perdeu do Sevilla por 3 x 0, empatou com o Atlético de Madrid por 0 x 0, caiu contra o CSKA na Liga dos Campeões por 1 x 0 e para o Alavés pela Liga Espanhola por 1 x 0. São 409 minutos sem fazer gol.

A última série tão longa sem gols aconteceu há 33 anos, em abril de 1985. No dia 6 de abril daquele ano, o Real Madrid foi goleado por 4 x 0 pelo Atlético de Madrid, no Bernabéu. Gols de Hugo Sánchez, Marina e Cabrera, duas vezes. No dia 10 de abril, caiu contra a Internazionale, em Milão, por 2 x 0. Depois, para o Valencia, no Mestalla, por 1 x 0, e para o Hércules por 1 x 0, no Bernabéu.

A seqüência terminou com 3 x 0 sobre a Internazionale, resultado que levou à decisão da Copa da Uefa. Dois gols de Santillana e um de Michel levaram à final, vencida contra o Videoton, da Hungria.

Em setembro de 2017, quando perdeu para o Betis, o Real Madrid encerrou 73 jogos consecutivos fazendo gols. Tinha Zidane como técnico e Cristiano Ronaldo como referência do ataque. Por alguns meses, parecia que o Real Madrid encerraria o ciclo de Cristiano Ronaldo por vontade da diretoria. Em vez disso, viu se quebrar o período de Zidane com pedido de demissão do técnico francês e a saída do português por seu próprio desejo.

O novo ciclo se formou sem planejamento da diretoria de Florentino Pérez. A transição é lenta e os resultados ruins.

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Zidane sai por cima
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Zidane diz que o Real Madrid precisa mudar de treinador para seguir ganhando.

A justificativa sem sentido indica apenas que o craque francês soube sair por cima. Assim como deixou o Real Madrid em seus tempos de jogador aos 34 anos, podendo disputar pelo menos mais uma temporada em alto nível, e depois de levar a França à sua segunda final de Copa do Mundo consecutiva. Como craque, Zidane só não parou por cima, porque deixou o estádio Olímpico de Berlim com cartão vermelho, depois de agredir Materazzi.

Como técnico madridista, deixa o cargo e matará os torcedores de saudade.

Não precisou nem estragar a festa, como fez Cristiano Ronaldo, insinuando que pode partir. Zidane não insinuou. Tomou a decisão e comunicou na hora em que tinha tudo resolvido.

Sai do Real Madrid como o segundo técnico mais vitorioso da história do clube, atrás apenas dos catorze títulos de Miguel Muñoz. Como único tricampeão consecutivo da Champions League e com aproveitamento de 76% em dois anos e meio. Ao deixar o Barcelona, também por cima, Josep Guardiola tinha 72% dos pontos conquistados.

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Zidane tem chance de ganhar título inédito
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O Bayern tinha, ou ainda tem, a chance de evitar que o Real Madrid acabe com uma primazia alemã. Foi o Bayern, em 1976, o último tricampeão consecutivo da Copa dos Campeões da Europa.

Só que aquele Bayern, do tri, teve Udo Lattek como técnico em 1974, Dietmar Cramer, treinador em 1975 e 1976. Assim como o Ajax, tricampeão em 1971 sob o comando de Rinus Michels, em 1972 e 1973 com Stefan Kovacs no banco.

O último técnico a disputar três finais consecutivas foi Marcello Lippi. Campeão em 1996 pela Juventus, levou o time italiano também às decisões de 1997 e 1998 e ficou em segundo lugar. Antes de Lippi, Fabio Capello, vencedor com o Milan em 1994, vice em 1993 e 1995.

Tricampeões como treinadores, só Bob Paisley pelo Liverpool em 1977, 1978 e 1981. E Carlo Ancelotti, pelo Milan em 2003 e 2007, pelo Real Madrid em 2014.

Mas técnico tricampeão seguido, Zidane pode ser o primeiro. Nos anos 1950, o Real Madrid foi penta, com Luis Villalonga em 1956 e 1957, Luis Carniglia em 1958 e 1959, Miguel Muñoz em 1960.

Zidane não é um revolucionário como Guardiola, mas se demonstra cada vez mais estrategista. Contra o Bayern, igualou o sistema tático, fazendo uma linha de quatro homens à frente de Casemiro: Lucas Vásquez, Modric, Toni Kroos e Isco. Funcionou, embora não seja possível dizer que o Real Madrid não passou sufoco. Foram 17 finalizações do Bayern contra 7 do Real Madrid, na partida de Munique.


O monstro da Champions League
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Não está em discussão a partida toda.

Mas o jogador.

Cristiano Ronaldo deu 41 passes, quatro finalizações e, mais importante: um gol.

Não. O gol!

Porque há diferença entre fazer o gol que abre o marcador e decide a vaga nas quartas-de-final de marcar o quinto, o sexto, numa goleada.

Cristiano Ronaldo decide.

Já são doze na Champions League. Faltam cinco para igualar o recorde de gols numa única edição de Champions League.

Que é dele mesmo.

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